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Em 8 de março, comemoram-se os direitos civis alcançados pelas mulheres ao longo da história. A data também serve para a humanidade reverenciar quem se dedicou e ainda se dedica a assegurar uma vida mais digna a todas as mulheres. A luta feminina por uma sociedade mais justa tornou-se possível a partir da Revolução Industrial, na segunda metade do séc. XVIII. 

"Desde então, as mulheres travaram uma luta homérica contra a opressão e o preconceito", lembrou o presidente da Unimed Patos, José Vanderlite Alves.

A repressão a uma manifestação feminina atingiu seu auge em 8 de março de 1857, em Nova York, quando 129 tecelãs amotinaram-se e decidiram cruzar os braços até que a jornada fosse reduzida para 10 horas. Com a chegada da polícia, elas se refugiaram dentro da fábrica. Os patrões trancaram as portas e atearam fogo. Asfixiadas, todas morreram carbonizadas.

"Mais do que falar da beleza e sensibilidade feminina devemos nos lembrar da força e de sua luta para conquistar os direitos de exercer seu papel como cidadã", disse José Vanderlite.

A partir dos anos 60, com o fortalecimento do feminismo, as comemorações do Dia Internacional da Mulher incorporaram outras reivindicações das mulheres, como o direito ao divórcio, ao aborto e ao exercício livre de sua sexualidade.

"O dia internacional da mulher representa, acima de tudo, uma data de conquista de direitos; e nós, da Unimed Patos, acostamo-nos a todos aqueles que lembram e valorizam as mulheres brasileiras na forma de admiração e respeito", finalizou o presidente.

fonte www.unimedpatos.com.br
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